Segundo Estrabão, os povos das montanhas do Norte comiam bolota durante dois terços do ano: secavam-na, moíam-na e faziam com ela um pão que se guardava muito tempo. Bebiam sobretudo uma espécie de cerveja e usavam manteiga em vez de azeite.
Nos castros, as mós manuais são um dos achados mais comuns — sinal de que moer grão fazia parte do dia-a-dia. Cultivavam-se cereais como o milho-miúdo, o trigo e a cevada, além de leguminosas.
Do monte ao mar
Nos povoados do litoral, como São Lourenço ou Baroña, o mar estava à porta: o marisco e o peixe tinham lugar na dieta. No interior, o gado — bovino, ovino, caprino e porcino — completava a mesa.
Texto de exemplo para a maqueta do site — a substituir pelos artigos da Alma Castreja.