Conhecem-se mais de duas dezenas de estátuas de guerreiros no Noroeste peninsular, a maior parte no Norte de Portugal. São figuras de granito, de pé, muitas vezes maiores do que um homem, com a mesma postura solene.
Trazem a caetra à frente do corpo, um punhal à cintura, braceletes e o torques — o colar rígido que marcava estatuto. Algumas têm inscrições latinas, o que ajuda a datá-las de um período já de contacto com Roma.
Heróis, chefes ou guardiões?
Não se sabe ao certo quem representam: antepassados heroizados, chefes locais, guardiões das entradas dos povoados. O que é claro é que o guerreiro era uma figura central na imagem que estas comunidades faziam de si próprias.
Texto de exemplo para a maqueta do site — a substituir pelos artigos da Alma Castreja.