Os autores gregos e romanos descrevem os guerreiros do Ocidente peninsular com um escudo pequeno e redondo, côncavo na frente, que se levava preso por correias. Os romanos chamavam-lhe caetra.
As estátuas de guerreiros encontradas no Norte de Portugal e na Galiza mostram este escudo seguro à frente do ventre, decorado com motivos concêntricos e radiais. É desse modelo que parte o símbolo da Alma Castreja: o disco com o cordão de contas, os quatro quadrantes, o umbigo central radiado e, a ladear, o punhal e a falcata.
Uma arma leve
Um escudo pequeno pede um combate rápido e móvel, de emboscada e retirada — precisamente a forma de guerra que as fontes atribuem aos povos do Noroeste e que tanto custou a Roma vencer.
Texto de exemplo para a maqueta do site — a substituir pelos artigos da Alma Castreja.