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Alma Castreja

A cultura dos castros do Noroeste peninsular: lugares, símbolos, ritos e gentes.

Castros

Citânia de Briteiros: a cidade de pedra no alto de São Romão

Ruas, casas redondas, muralhas e um balneário com pedra formosa: o castro que Martins Sarmento começou a escavar em 1875 continua a ser a melhor porta de entrada na cultura castreja.

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No alto do monte de São Romão, entre Guimarães e Braga, a Citânia de Briteiros mostra como podia ser um grande povoado da Idade do Ferro: várias linhas de muralha, ruas que organizam o espaço, centenas de casas de pedra e áreas comuns.

As escavações começaram na década de 1870, pela mão de Francisco Martins Sarmento. O que encontrou mudou a forma de olhar para o passado do Noroeste: não se tratava de aldeias pobres, mas de comunidades organizadas, com arquitectura própria e uma linguagem decorativa muito sua.

O que ver

A maior parte das casas é de planta circular, muitas com vestíbulo, agrupadas em núcleos familiares à volta de pequenos pátios. Duas casas reconstruídas ajudam a imaginar o volume e a cobertura que as ruínas já não mostram.

O povoado tinha dois balneários; foi num deles que surgiu a célebre Pedra Formosa. Os achados das escavações estão hoje no Museu da Cultura Castreja, ali perto, e no Museu da Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães.

Quem sobe a São Romão percebe porque é que os castros ficam sempre no alto: vê-se o vale inteiro, e quem chega vê-se de longe.

Texto de exemplo para a maqueta do site — a substituir pelos artigos da Alma Castreja.

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